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Seu bolso não deixou você viajar nas suas férias? Não se preocupe! A Educação Financeira pode te ajudar!

A Educação Fiannceira pode te ajudar muito a manter as contas em dia depois das férias, confira como!

mulher finanças

Fonte: Pixabay Como o tempo, passa rápido, não é? Até outro dia estávamos falando de Natal, ano novo e férias. O ano de 2020 começou e tudo isso já passou. As férias coletivas já ficaram lá para trás, boa parte das escolas e faculdades já retornaram suas atividades e o ano já começou com tudo.

Muita gente aproveita estas épocas de festas e começo de ano para viajar. Porém, outras pessoas até têm a intenção de viajar, mas acabam não conseguindo por conta da atual situação de suas finanças. Dívidas, pendências e o “bolso apertado” fazem com que muita gente acabe se frustrando por não conseguir viajar. E, mais do que isso, para muitos esta situação se repete ano após ano. E muita gente não entende o porquê.

São dois os grandes motivos para inviabilizar a viagem de muita gente. Vejamos cada um deles abaixo:

1º Motivo: Dívidas

O primeiro motivo é o chamado “efeito bola de neve”. Trata-se de uma expressão criada para representar o que acontece com quem acaba se perdendo nas dívidas. Praticamente todas as dívidas funcionam da seguinte maneira: você toma um valor emprestado, e, ao longo do tempo, vai devolvendo o valor tomado e ainda paga um adicional, os juros. As dívidas vão se somando, e vão comprometendo o orçamento, até um ponto em que as pessoas não consigam mais pagá-las em dia, gerando mais juros e multas.

Dessa forma, aquela dívida que parecia inofensiva no começo, com o tempo vai ganhando volume, tornando a pequena bola de neve em uma coisa gigantesca. E com o crescimento desta dívida, o orçamento mensal do indivíduo cada vez mais vai ficando comprometido, inviabilizando outros gastos que ele gostaria de ter, como por exemplo com viagens.

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Só para você ter noção da dimensão do problema, de acordo com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 61 milhões de brasileiros começaram 2020 endividados (praticamente 30% da população do país). Mais do que isso, de acordo com o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), 30 milhões de brasileiros estão superendividados. Trata-se de pessoas que não têm mais condições financeiras de arcar com as próprias dívidas.

Dessa forma, para viabilizar a tão sonhada viagem, de maneira que as finanças não fiquem ainda mais comprometidas, é importante que a pessoa faça um bom planejamento para sair das dívidas e evite entrar em novas. Isto exige mudanças comportamentais, controle de gastos, busca por negociações e novas fontes de renda. Isso possibilitará ir acertando a situação, aos poucos, desfazendo a bola de neve, e não deixando-a crescer ainda mais.

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2º Motivo: Comportamentos e Prioridades

Muita gente não tem dívidas, mas, por outro lado, nunca vê dinheiro sobrar. Praticamente tudo que entra acaba saindo. E não sobrar dinheiro pode ser um dos motivos da pessoa não conseguir viajar.

Neste caso, a Educação Financeira é primordial para reverter o cenário. Muito mais do que números e cálculos, a pessoa precisará replanejar seus hábitos. Para isso, é importante, em primeiro lugar, elaborar um orçamento, que será responsável por nortear para onde cada centavo vai. Monte uma primeira versão do orçamento considerando o seu padrão de vida atual. Compare o total dos gastos com o quanto você recebe. Caso estes números estejam bem próximos, ou os gastos sejam maiores do que os recebimentos, busque formas de economizar com alguns gastos, pois isso aumentará a folga entre recebimento e gastos. Com esta folga, inclua no orçamento um valor que você guardará todo mês para os seus objetivos, como, por exemplo, a viagem (e busque separar o dinheiro dos objetivos logo que seu salário/pagamentos entrarem na sua conta).

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Uma vez montado o orçamento, você terá que se comprometer para colocá-lo em prática, caso contrário, ele será apenas vários números num pedaço de papel ou em uma planilha. Busque uma rotina, diária, semanal ou mensal, de contrastar o que foi planejado com o que realmente foi consolidado. E caso você perceba que estes números estão muito distantes, é importante você buscar formas para evitar isto.

Fazendo isto, você estará mudando as suas prioridades, deixando de gastar com algumas coisas para realocar o dinheiro para outras coisas. E se você quiser um bônus por fazer isso, busque investir o dinheiro, pois assim você o verá trabalhando para você.

Atuar em cima destes dois motivos, para um cenário sem dúvidas e com folga financeira, é algo desafiador para muita gente, exigindo planejamento, tempo e mudança de hábitos. Porém, se você se comprometer, você terá uma grande recompensa: a tão esperada viagem!

Victor Barboza

Especialista em finanças e fundador da GFC – Gestão Financeira Criativa